quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Diversidade Cultural no Brasil. Uma história de Todos.

  Proposta de trabalho: Criar possibilidades para a Construção de"Um   Mundo   Melhor".

  Percebemos a necessidade de proporcionar aos  nossos "pequenos gigantes ", uma viagem há vários "lugares comuns " do nosso país, através  da literatura Infantil, da culinária,  da dança, dos costumes, das vestimentas, dos contos, das músicas, do outro,...  . Essa ação ocorreu  devido a peculiaridade vivida no mês de junho, Copa do Mundo,  que trouxe  ao nosso país, a diversidade humana e cultural.

VOCÊ SABIA...
Que a Cultura Popular ou Volkskultur teve sua origem no mesmo espaço/ tempo que surgiu a História da Cultura, ou seja, Alemanha do final do Séc. XVIII. Canções, contos, danças Populares, rituais, crenças, artes, ofícios,..., foram descobertos e valorizados  pelos intelectuais da classe média. Quem não se lembra dos resgates feitos pelos irmãos Grimm ? No  entanto esta arte ficou restrita aos amantes da antiguidade, folcloristas e antropólogos. Somente  a partir da década de 60 que um grupo de historiadores  europeu reavivou   e deu ênfase à importância da Cultura popular.

Para toda vivência e possibilidades, há que contar com o entendimento que ocorre na possível representação/ percepção. Esse "modo  operante "  auxilia/ preenche as lacunas subjetivas  da compreensão   e da construção de conhecimento.













                                Representação da Cultura do Nordeste  e   Sudeste.  

Representação da Cultura "Carioca"
Representação da dança do Sul






















Representação da Cultura Sertaneja.        Representação do Festival de Parintins:
                      O Garantido (vermelho) e o Caprichoso ( azul).

                 
 Desenvolvemos durante  dois meses  o subprojeto
"Toda Criança tem direito de conhecer, vivenciar e dialogar com  as diferenças." Foco na Diversidade Humana/ Cultural/ social . Para instrumentalizar e dar ludicidade ao  subprojetos utilizamos  os personagens de Maurício de Sousa, A Turma da Mônica com ênfase nos personagens: Dorinha,  menina  deficiente visual, Lucas, um menino  cadeirante e André um menino autista. 



Como  "ponte "de vivência do outro que é diferente de mim, utilizamos como recurso didático o livro de literatura Infantil " O Menino que via com as mãos" de Alexandre de Azevedo, editora Paulinas. 




 Profissionais do MI e MII exploraram junto aos "pequenos gigantes" novas/ outras formas de vê e interagir com   o outro, com o   Mundo.












Aula Passeio oportuniza demonstrar, vivenciar,  buscar e   compartilhar o conhecimento do Mundo e/ou para o Mundo.
A experiência vivida  é um saber particular, subjetivo, relativo, irrepetível e pessoal.(Larrosa, 2002).


  A  ênfase deste subprojeto foi  pautada nos sentidos, na percepção, na sensibilidade, ... , na relação com os outros.  Os "pequenos gigantes"  tiveram oportunidade,  através do próprio livro, de conhecer o sistema  Braille, que oportuniza  a pessoa com deficiência visual à leitura e a escrita.

Sugerimos  também o livro "O Mundinho Para Todos" de Ingrid Biesemeyer com  propósito de   fortalecer a proposta Pedagógica .



 Diversas brincadeiras, dentre elas cobra cega, ocorreram  no espaço escolar com  objetivo de  explorar o espaço, descobrir quem é o outro e mesmo  para exercitar   a  sensibilidade tátil. 



 Respeitar as diferenças é primordial para a Promoção da PAZ. 



 A não aceitação do outro que é diferente de mim, gera Guerra!!
 
Nossa proposta  :
Ofertar Capital Cultural à todos os envolvidos.
Trabalhar a aceitação, a tolerância e  a convivência com as diferenças,
Buscar e promover a releitura de variadas formas de expressão artística;
Proporcionar o desenvolvimento humano.
        
        O subprojeto foi "costurado" nos seguintes eixos: Natureza e sociedade, linguagem oral e escrita, artes, matemática, música, corpo e movimento.

 

               O diferente nos movimenta, enriquece, gera conhecimento e, nos faz crescer.


Alguns títulos que podem enriquecer a brincadeira:  O Cabelo da Lelê, O amigo do Rei, Camila e seus amigos, entre outros.


 O trabalho oportunizou aos envolvidos um olhar para o Mundo com mais sensibilidade, além de buscar novas possibilidades de recriar, analisar, projetar e transformar a realidade vivida.






   

Social 1933
Os  Operários, Tarcila do Amaral

"Temos o direito de ser iguais sempre que a diferença nos inferioriza; temos o direito  de ser diferente sempre que a igualdade nos descaracteriza." Santos ,1999 )


 Diversidade, uma História de TODOS. Releitura da obra de Tarcila do Amaral, em processo.

Os Coautores desta atividade, buscam constantemente,  conceitos, práticas, caminhos,... que venham enriquecer o modo de aprender, operacionalizar e ensinar. A necessidade   de promover  novas interação com o MEIO, é o  que revigoriza o fazer  nas relações humanas.


                                                   AUTORES       E   PROTAGONISTAS






EM BUSCA DE SUA






       PRÓPRIA   TRANSFORMAÇÃO.












Maiores detalhes e aprofundamento das atividades realizadas neste subprojeto, serão dadas pelas profissionais responsáveis pelas   turmas de berçário, MI e MII. Aguardem a publicação do excelente material!!!














sábado, 6 de setembro de 2014

TODA CRIANÇA TEM DIREITO A UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL

Para que sejamos adultos conscientes da nossa condição de vida e responsáveis pelo bom desenvolvimento do nosso corpo e também da mente, precisamos aprender desde muito cedo a saber distinguir aquilo que nos faz bem. Na educação infantil, brincando conhecemos os alimentos saudáveis, a origem de cada um deles, os cuidados necessários com a nossa alimentação e também com o plantio dos alimentos e assim cuidados de nós mesmos e também daqueles que convivem conosco.


Observando a transformação do alimento


Fazendo suco de laranja


Momento de degustação



Plantando feijões no algodão


Transpondo os feijões já crescidos para garrafas pet



            Além de aprender sobre a origem, o plantio e cuidado diário com os alimentos plantados, também aprendemos sobre onde os encontramos após industrializados. A busca pelos alimentos nos encartes e o exercício de ir ao mercado comprá-los nos remeteu à realidade vivenciada por todos em seu dia a dia.


Pesquisando os alimentos nos encartes


Escolhendo o produto no mercadinho


Verificando se possui o valor em real referente ao produto escolhido

            Após fazer o plantio dos feijões, concluímos que encenar o nascimento do feijão seria a maneira mais clara para que as nossas crianças do Berçário ao Maternal II compreendessem como ocorre esse processo. 

Ensaiando


Momento distração durante o ensaio

Obrigada à equipe do E. I. 42 pela dedicação e carinho na realização do nosso trabalho.
(Adherly, Ana Paula, Denise, Keila e Marilda)







sábado, 26 de julho de 2014

Luz, câmera e o Ei-32 em ação!

         A família é o primeiro contexto social da criança e a principal responsável pela sua educação.  Ao chegar ao espaço escolar às crianças tem a possibilidade de trocar experiências abrindo espaço para brincadeiras, falas, ampliação de conhecimentos, vivências, afetos e sentimentos que por muitas vezes são de origem cultural e familiar. 


Mônica mãe do aluno Kayke participando de uma oficina de roda de leitura, estimulando o gosto e o prazer pelos livros.

TODA CRIANÇA TEM DIREITO A MORADIA

Conhecer relações cotidianas também consiste em um novo olhar para o mundo,  assim, começamos pela janela da casa esse novo passo. Ao trabalhar moradia tivemos como intencionalidade desenvolver situações para a observação de mudanças e transformações  em relação ao tempo e ao espaço em que vivemos.










Ao iniciar nosso trabalho, conversamos sobre os estilos de casas e os pontos de referências do bairro de Cosmos. Facilitando desta forma uma interação entre as crianças e o meio.





Exploramos também o ambiente interno e externo identificando desta forma cômodos e móveis. Compreendendo a importância de se ter uma moradia. 







A parceria família e escola tem como base o respeito e a confiança. É através de conversas e ajuda por parte  dos responsáveis  que estimulamos e desenvolvemos as necessidades de nossas crianças.  Nosso projeto criou possibilidades de encontros proveitosos e agradáveis com nossos responsáveis estimulando e valorizando a importância da participação da família na escola.




    O projeto também propiciou uma reflexão por parte das crianças quanto a sua estrutura familiar e o conhecimento de outras famílias.

Oficina de biscoitos com os responsáveis e oficina de maquiagem com as mães. 


Com  a parceria entre escola e família promovemos o consumo de alimentos saudáveis e a consciência de sua contribuição para a promoção da saúde de forma atrativa. 


Como já citamos, relacionar situações cotidianas vividas no âmbito familiar com nossas atividades pedagógicas é fundamental, pois propicia melhor compreensão da visão de mundo.  Então montamos um hortifruti.  Através do trabalho realizado conversamos sobre os alimentos preferidos das crianças e relacionamos noções matemáticas. 





Oficina de salada de frutas 



Identificamos  frutas, legumes e verduras através do tato e do olfato. 




Montamos  uma horta suspensa com intuito de observar e acompanhar  o crescimento dos alimentos que apreciamos no dia a dia, além de  estimular e valorizar o meio ambiente que nos cerca.




Apreciação da alimentação saudável.

terça-feira, 8 de julho de 2014

Maternal I - E. I. 42

O indivíduo não nasce membro da sociedade, nasce com a predisposição para a sociabilidade e tornar-se membro da sociedade... ( BERGER E LUCKMANN, 1991).




              E dentro do contexto social a escola tem papel primordial para a socialização das crianças, o desenvolvimento das mesmas pode e deve ser estimulado através de atividades educativas com objetivos específicos para cada faixa etária, buscando respeitar sempre as necessidades individuais e o interesse de cada criança.

            No nosso espaço de desenvolvimento infantil partimos do projeto - Crianças, cidadãos de direitos - baseado na Declaração dos direitos das crianças e este vem a enriquecer as atividades realizadas e possibilitar também a participação dos adultos no cotidiano da educação infantil.

TODA CRIANÇA TEM DIREITO A: 
SER CRIANÇA, UM NOME, UMA FAMÍLIA, AMOR...

O processo de socialização parte do princípio de que somos um, mas fazemos parte de um todo. O nosso nome nos diferencia e nos aproxima do outro que é igual e ao mesmo tempo diferente de nós.






Compreender quem somos possibilita o desenvolvimento da nossa identidade e também nos insere no contexto social no qual vivemos.









Acreditamos que o conhecimento de quem somos, de onde viemos e qual o nosso lugar dentro da sociedade irá permitir às nossas crianças crescerem confiantes e com a certeza de que papel devem desenvolver em sua vida - conhecer o bem, crescer com amor, com carinho e atenção faz e fará muita diferença no seu desenvolvimento.